FLORIANÓPOLIS / SC - quarta-feira, 01 de outubro de 2014

GLÂNDULA TIREÓIDE

A tireóide é uma glândula em forma de borboleta localizada no pescoço, logo abaixo da região conhecida como "pomo de Adão", responsável por produzir importantes hormônios para nosso organismo. Os nódulos tireoidianos, também chamados de bócio nodular, são aumentos localizados na tireóide que podem ter características variadas. De forma geral, a cirurgia de retirada da tireóide é destinada àqueles casos em que há confirmação ou suspeita de malignidade, sinais de compressão ou desconforto no pescoço e os que representam problema estético para o paciente. 
  

Abaixo seguem algumas informações importantes para a compreensão deste problema:

Nódulos tireoidianos
Exames necessários ao diagnóstico
Tratando os nódulos
Casos não-cirúrgicos
Tipos de nódulos indicados para cirurgia
A cirurgia
Riscos envolvidos
Pré-operatório
Medicações a evitar 10 dias antes
Jejum
Tempo de internação hospitalar



Nódulos tireoidianos
Os nódulos tireoidianos, também chamados de bócio nodular, são lesões arredondadas que se desenvolvem na glândula tireóide e podem ter características variadas. Podem ser únicos ou múltiplos, císticos ou sólidos, benignos ou malignos. Precisam ser examinados por um médico, mesmo que tenham sido descobertos pelo paciente através do auto-exame da tireóide.



Exames necessários ao diagnóstico
Dependendo das características do nódulo, podem ser solicitados os seguintes exames:

1. Dosagem hormonal através de exame de sangue
2. Ultrassonografia da tireóide
3. Punção aspirativa com agulha fina (PAAF) guiada por ultra-som com biópsia
4. Cintilografia da tireóide   

Tratando os nódulos
A conduta dependerá dos resultados dos exames e poderá ser com medicamentos, injeção de etanol, cirurgia, iodo radioativo ou simplesmente observação clínica e realização de ultrassonografia seriada de acordo com a necessidade.

Casos não-cirúrgicos
Após a popularização da ultra-sonografia de tireóide, percebeu-se que os nódulos tireoidianos são muito freqüentes sobretudo em pessoas acima de 50 anos e muitos deles são benignos e não precisam de cirurgia.

Tipos de nódulos indicados para cirurgia
Esta decisão envolve muitas variáveis e de, uma forma geral, a cirurgia é destinada àqueles em que há confirmação ou suspeita de malignidade, sinais de compressão ou desconforto no pescoço e os que representam problema estético para o paciente. Geralmente o nódulo maligno precisa ser removido através de cirurgia e após a operação os pacientes recebem uma dose de iodo radioativo para destruir qualquer resto de tumor que tenha permanecido no pescoço. Depois da cirurgia, os pacientes não são mais capazes de produzir hormônios tireodianos e apresentam hipotireoidismo, portanto necessitando receber reposição desses hormônios na forma de comprimidos, geralmente pela vida toda.

A cirurgia
A cirurgia para a retirada de toda a glândula tireóide, ou parte dela, é denominada tireoidectomia. O tipo de cirurgia, ou seja, tireoidectomia total ou parcial, irá depender de diversos fatores que o médico irá discutir com seu paciente. De forma geral, a cirurgia de tireóide evolui bem, com raras complicações, mas alguns detalhes devem ser esclarecidos aos pacientes:

Riscos envolvidos
Apesar de a cirurgia da tireóide ter índice muito baixo de complicações, como qualquer outra cirurgia, ela também envolve riscos. Dentre os mais comuns estão as
alterações de voz, o hematoma, a hipocalcemia e a cicatriz no local da cirurgia. Todo paciente deve estar ciente dessas possíveis complicações.

O que levar para o hospital
Artigos de higiene pessoal, exames pré-operatórios vistos no consultório incluindo ultra-som da tireóide, laudo citológico da punção aspirativa por agulha fina, avaliação cardiológica, raios-X de tórax e exames de sangue.

Medicações a evitar 10 dias antes
Evitar tomar qualquer medicação que contenha ácido acetilsalicílico por 10 dias antes da cirurgia. Remédios como AAS, Aspirina, Buferin ou Melhoral, por exemplo, não devem ser tomados. O uso destes remédios aumenta muito o risco de sangramento durante a cirurgia e no pós-operatório.

Jejum
Na cirurgia de tireóide é necessário um jejum de pelo menos 8 horas, antecedendo o momento da cirurgia.

Tempo de internação hospitalar
É claro que diversos fatores como tipo de cirurgia, complicações clínicas do paciente e evolução pós-operatória influenciam no tempo de internação. A média de internação é de um dia, ou seja, o paciente recebe alta no dia seguinte à cirurgia.
  

DIAGNÓSTICO DE CÂNCER DA TIREÓIDE DUPLICA

19 de maio de 2006 (Bibliomed).Os diagnósticos do câncer da tiróide mais que dobraram nos Estados Unidos, de 1973 a 2002; agora, investigadores acreditam que pensam saber o porque desta mudança.

A American Cancer Society prevê que cerca de 30.180 novos diagnósticos de câncer da tireóide e 1.500 mortes por esta causa, irão ocorrer nos Estados Unidos este ano.

O novo estudo foi publicado na revista The Journal of the American Medical Association.

Os investigadores estudaram informações de atestados de óbito, de um banco de dados mantido pelo Instituto Nacional do Câncer.

Entre os achados, verificaram que a incidência de câncer da tireóide era de 3,6 por 100.000 pessoas em 1973; já em 2002, a incidência passou a ser de 8,7 por 100.000 pessoas em 2002, um aumento de 2,4 vezes.

O câncer papilar da tiróide foi responsável pela maior parte do aumento. Nenhum aumento foi observado nos cânceres da tiróide menos comuns (folicular, medular, e anaplástico).

A taxa de morte norte-americana para o câncer da tiróide era estável, de 1973 a 2002, sendo de aproximadamente 0,5 mortes por 100.000 pessoas.

Os investigadores acreditam que, o maior escrutínio diagnóstico, seja a mais provável explicação, para o aumento aparente na incidência do câncer da tireóide.

Fonte: The Journal of the American Medical Association. , May 10, 2006; vol 295: pp 2164-2167.

 

O QUE FAZ A GLÂNDULA TIREÓIDE

 

A glândula tireóide está localizada na base do pescoço, abaixo do pomo de Adão, e tem forma de borboleta. Cada asa (ou lóbulo) da tireóide se encontra em um dos lados da traquéia.

 

 

A finalidade da glândula tireóide é produzir, armazenar e liberar hormônios tireoidianos na corrente sangüínea. Estes hormônios tireoidianos, também conhecidos como T3 e T4, afetam quase todas as células do corpo e ajudam a controlar as funções da pessoa. Se os níveis destes hormônios tireoidianos no seu sanguem estiverem baixos, o corpo vai funcionar mais lentamente. Esta enfermidade se chama hipotireoidismo. Se você estiver com excesso de hormônio tireoideano no sangue, seu corpo vai funcionar mais depressa. Esta enfermidade se chama hipertireoidismo.

A quantidade de hormônio tireoideano produzida pela glândula tireóide é controlada por uma glândula que se encontra no cérebro e se chama hipófise. Outra parte do cérebro, o hipotálamo, ajuda a hipófise.

 

 

A glândula tireóide, a hipófise e o hipotálamo funcionam juntos de modo a controlar a quantidade de hormônio tiroideano no seu corpo.

Por exemplo, da mesma forma que o termômetro mede a temperatura da sala, a hipófise mede continuamente a quantidade de hormônio tireoideano que há no seu sangue.

Não havendo hormônio suficiente, a hipófise percebe a necessidade de "acender a caldeira". Para isso, libera mais hormônio estimulante da tireóide (conhecido como TSH).

A glândula tireóide então produz e libera hormônio diretamente para a corrente sangüínea.

 

A glândula tireóide logo percebe que a quantidade de hormônio tireoideano existente no seu corpo é a quantidade certa. Com os níveis de hormônio levados agora para o nível normal, a hipófise diminui a produção de TSH até chegar aos valores normais.

 

O QUE É CÂNCER DE TIREÓIDE?

 

O câncer de tireóide é um tumor maligno de crescimento localizado dentro da glândula tireóide. Não é um tipo de câncer comum. Nos Estados Unidos, de cada 100 tumores, apenas 1 corresponde a este tipo. Entre 65% e 80% destes cânceres são diagnosticados como câncer de tireóide papilar; 10% a 15% como folicular; 5% a 10%, como medular; e 3% a 5%, como anaplásico. Se você ou alguém que você conhece recebeu diagnóstico de câncer de tireóide, vai gostar de saber que as perspectivas do tratamento são excelentes. Na maioria, esses cânceres podem ser totalmente extirpados por cirurgia.

 

OS MÉDICOS RECOMENDAM QUE QUEM TEVE CÂNCER DE TIREÓIDE FAÇA EXAMES DE ROTINA PELO RESTO DA VIDA.

 

No entanto, algumas vezes este tipo de câncer pode reaparecer ou se espalhar por outras partes do corpo, até muitos anos mais tarde. Por isso os médicos recomendam que quem teve câncer de tireóide seja submetido a exames de rotina pelo resto da vida, para ter certeza de que o tumor não reapareceu nem se espalhou.

Em particular muitos médicos acham que os exames feitos no período dos primeiros 5 a 10 anos após a cirurgia são crítico.

 

QUAIS SÃO AS CAUSAS DO CÂNCER DE TIREÓIDE?

 

É mais provável o câncer de tireóide surgir entre as pessoas que foram submetidas na infância a uma radioterapia na cabeça, no pescoço ou no tórax. Antes de 1960, a radiação era usada comumente para diminuir tonsilas aumentadas (adenóides), para tratar diversos problemas de pelo (como acne, por exemplo) e para diminuir o timo aumentado nas crianças. (Timo é um órgão interno no tórax).

Também é mais provável que o câncer de tireóide surja se você tiver um membro da família que tenha sofrido disso. No entanto, esta enfermidade pode surgir em qualquer pessoa.

OBSERVAÇÃO: a radiação utilizada nos diagnósticos feitos com raio X (por exemplo, os raios X utilizados pelos dentistas) não tem relação com o câncer de tireóide.

 

COMO É DIAGNOSTICADO O CÂNCER DE TIREÓIDE?

 

Em geral, o câncer de tireóide é descoberto pelo próprio paciente. Você pode ver ou sentir uma protuberância ou nódulo na base do pescoço, ou seu médico pode notar um nódulo durante um exame de rotina.

Felizmente, na maioria das vezes, os nódulos são benignos, o que significa que não apresentam risco para a vida. De cada 20 nódulos, apenas 1 é maligno.

Aliás, os nódulos benignos da tireóide são muito comuns.

 

Estima-se que esses nódulos podem estar presentes em mais da metada da população. No entanto, na grande maioria, são tão pequenos que não chegam a ser descobertos nem pelo paciente, nem pelo médico.

Seu médico pode fazer um diagnóstico de nódulo tireoideano, com um risco muito baixo e sem desconforto para você.

Ele vai examinar cuidadosamente a sua glândula tireóide, à procura de outros nódulos ou de bócio (glândula tireóide aumentada), fazendo pressão na tireóide.

Uma vez descoberto o nódulo, provavelmente seu médico vai perguntar como você vem se sentindo ultimamente e se já percebeu algum sintoma capaz de ser atribuído aos nódulos tireoideanos.

Depois de concluir o exame físico e anotar seu histórico médico, o especialista vai pedir mais exames, entrre os quais os seguintes:

- Exame de sangue (para medir o nível dos hormônios tireoideanos)

- Exames com imagens ou cintilogramas (para obter uma imagem da glândula tireóide inteira)

- Punção da tirreóide (para verificar se o nódulo contém células cancerosas)

 

O QUE É PUNÇÃO DE ASPIRAÇÃO E POR QUE É REALIZADA?

 

Seu especialista (endocrinologista ou ultrassonografista ou cirurgião) pode fazer uma punção de aspiração com agulha fina (PAAF), para saber se um nódulo tireoideano é benigno ou maligno.

Neste exame, introduz-se uma agulha pequena no nódulo, a fim de extrair amostras de tecido ou de fluído; as amostras são enviadas em seguida a um laboratório de análises. É um exame rápido e seguro que geralmente causa muito pouco desconforto.

 

O QUE ACONTECE QUANDO A BIÓPSIA MOSTRA QUE O NÓDULO É MALIGNO?

 

Mesmo que o nódulo tireoideano seja maligno, na maioria dos casos cresce muito lentamente. E pode-se dizer mais: uma vez que o paciente começa o tratamento, as perspectivas são excelentes. Na grande maioria, os cânceres de tireóide podem ser extirpados completamente por cirurgia. Esta intervenção se chama tireoidectomia e extrai a glândula tireóide, inteira ou em parte. Em geral, a cirurgia é seguida de tratamento com iodo radioativo, para destruir tanto os resíduos de células da tíreóide normais, como os de células cancerosas.

Uma vez removida a glândula tireóide, o seu médico indicará um hormônio tireoideano para você tomar, a fim de repor o hormônio que a sua tireóide costumava produzir. Outro motivo para tomar hormônio tireoideano depois da tireoidectomia é que o TSH produzido pela hipófise pode fazer o câncer aumentar. No entanto, ao tomar os comprimidos de hormônio tireoideano, é enviado um sinal para a hipófise, avisando para que produza menos TSH. Tomar os comprimidos de hormônio tireoideano ajuda a fazer isso, de duas maneiras:

 - Ajuda a repor o hormônio tireoideano que o seu corpo produzia por si mesmo anteriormente, de modo a não entrar num estado de hipotireoidismo

- Avisa a hipófise que ela tem de produzir menos TSH, de maneira que, se houver células cancerosas presentes, elas não vão crescer tão facilmente.

 

TERMINADA A CIRURGIA, O CÂNCER SE FOI PARA SEMPRE?

 

Algumas vezes o câncer de tirreóide pode reaparecer ou se espalhar para outras partes do corpo, até muitos anos depois da cirurgia. É por isso que o seu médico determina que sejam feitos exames de verificação regulares, especialmente nos primeiros cinco a dez anos depois da operação.

Se você passou por uma intervenção cirúrgica para remover (total ou parcialmente) a glândula tireóide, por causa de um tumor maligno, seu especialista vai recorrer a dois exames básicos para verificar se o câncer reapareceu ou se espalhou para outras partes do corpo. Um deles é um exame de sangue chamado chamado "determinação de tireoglobulina" e o outro é a cintilografia de corpo inteiro (PCI). Seu médico pode decidir realizar os dois exames ou simplesmente o exame de sangue.

 

DETERMINAÇÃO DA TIREOGLOBULINA

 

Determinação da tireoglobulina é um exame de sangue que mede a quantidade de tireoglobulina (proteína que armazena o hormônio tireoideano). As células da tireóide são as únicas células do corpo que produzem tireoglobulina. Por isso, se aparecer tireoglobulina no seu exame de sangue, você saberá que existem células de tireóide ou células cancerosas em alguma parte do seu corpo.

 

CINTILOGRAFIA DE CORPO INTEIRO OU PESQUISA DE CORPO INTEIRO (PCI)

Outro exame que verifica o reaparecimento 0u a disseminação do câncer é a cintilografia de corpo inteiro. Neste exame você engole um comprimido ou toma um líquido que contém uma quantidade pequena de iodo radioativo chamado I 131 (iodo cento e trinta e um). Se houver alguma célula de tireóide presente, vai aparecer como uma manchinha no filme cintilográfico.

 

ESTE EXAME VAI INFLUIR DE ALGUMA FORMA NA MINHA VIDA?

Antigamente, quando as pessoas precisavam ser examinadas para detectar o reaparecimento ou a disseminação do câncer de tireóide (especialmente as submetidas a uma cintilografia de corpo inteiro), tinham de suspender a medicação para a tireóide por 2 a 6 semanas antes do exame, para obter um diagnóstico mais prreciso. Porém isso também fazia com que os pacientes ficassem com hipotirreoidismo. Além do mais, logo depois do exame e de voltarem a tomar a medicação para tireóide, enquanto o nível de hormônio tireoideano não voltava ao normal, os pacientes continuavam com a sensação de ter hipotireoidismo. Houve quem chegasse a sentir os sintomas de hipotireoidismo durante 10 ou 12 semanas.

Como mencionamos anteriormente, a maior parte dos pacientes tireoidectomizados começa a tomar hormônio tireoideano depois da cirurgia. Este hormônio repõe o hormônio que a glândula costumava produzir antes. tomar o hormônio tireoideano evita que você tenha hipotireoidismo, o que pode provocar uma série de sintomas tais como depressão, falta de concentração, cansaço, esquecimento, pele e cabelo secos, rosto e olhos inchados, intolerância ao frio, aumento de peso, constipação e, nas mulheres, menstruação abundante.'

Os sintomas do hipotireoidismo variam de um paciente para outro.

 

O QUE É TSH RECOMBINANTE (TIROTROFINA ALFA INJETÁVEL)?

Apesar de ser criado em laboratório, o TSHrecombinante é semelhante ao TSH que o corpo produz naturalmente. Pelo fato de o TSH recombinante ser como o TSH, você não precisa suspender seu tratamento com hormônio tireoideano nem se arriscar a passar semanas se sentindo mal antes dos exames. Pode continuar o tratamento com hormônio. Em outras palavras, você não terá de sentir os sintomas de hipotireoidismo.

Isso é especialmente importante nos primeiros anos após a tireoidectomia, já que os pacientes precisam se submeter a exames periódicos, devido ã possibilidade de reaparecimento ou disseminação do câncer nesse período.

Os efeitos colaterais do uso de TSH recombinante (tirotrofina alfa injetável são poucos, e geralmente leves.

Se você sentir algum efeito colateral ou tem alguma preocupação, converse com o seu médico.

 

POR QUE O MEU MÉDICO PRESCREVERIA TSH RECOMBINANTE?

Há quatro motivos para você e seu médico resolverem usar TSH recombinante:

 

(1) Se uma determinação anterior de tireoglobulina feita enquanto você estava se tratando com hormônio tireoideano não detectou nenhuma célula cancerosa e se o seu médico deseja confirmar este resultado com uma determinação de tireoglobulina com TSH recombinante, que tem maior precisão.

(2) Se você não está com disposição de suspender sua terapia hormonal e seu médico acha conveniente usar TSH recombinante.

(3) Se o seu corpo não produz TSH suficiente sem TSH rrecombinante.

(4) Se você tem certas doenças associadas em que a retirada do hormônio tireoideano pode agravá-las.

 

COMO POSSO CONTINUAR A MINHA VIDA, SABENDO QUE O CÂNCER PODERIA VOLTAR?

Receber o diagnóstico de câncer de tireóide é preocupante.

Porém a sua vida pode voltar ao normal, uma vez extirpado o tumor por meio de cirurgia (ou se você já se submeteu a uma intervenção no passado) e iniciado um tratamento hormonal tireoideano.

Faça exames regulares para ter certeza de que continua livre do câncer.

Lembre-se que você não precisa passar por isto sozinho(a). Fale com seus parentes e amigos a respeito dos temores e preocupações que você possa ter e pense na idéia de participar de uma associação de pacientes para este tipo de enfermidade.

Para conhecer alguns destes grupos, pergunte ao seu médico ou entre em contato com algumas das organizações da lista a seguir:

 

- Genzyme do Brasil Ltda.

e-mail: tireoide@genzyme.com

 

Comunidade virtual de pacientes com câncer de tireóide.

http://www.cancerdetiroide.com.ar

 

Thyroid Foundation of America

e-mail: info@tsh.org

http://www.tsh.org

 

The Thyroid Society for Education and Research

e-mail: help@the-thyroid-society.or

http://the-thyroid-society.or

 

ThyCa: The Cancer Survivors' Association

e-mail: thyca@thyca.org

http://www.thyca.or

 

Light of Life Foundation

e-mail: info@lightoflifefoundation.org

http://www.lightoflifefoundation.org

 

American Cancer Society

http://www.cancer.or

 

National Cancer Institute

http://www.nci.nih.gov

 

OBS.: no entanto, convém saber que nem toda bibliografia que você encontrar pode estar certa ou atualizada e lembre-se que a melhor fonte de informações é o seu especialista. Damos aqui algumas palavras-chave que podem ajudar você na busca.

  • Hipotireoidismo (ou, em inglês, Hypothyroidism)
  • Câncer de Tireóide (Thyroid cancer)
  • Terapia de supressão do hormônio tireoideano (Thyroid hormone suppression therapy)
  • Hormônio estimulador da tireóide (Thyroid stimulating hormone)
  • Tireoidectomia (Thyroidectomy)
  • Câncer de tireóide bem difeenciado (Well-differentiated thyroid cancer)